Saiba como prevenir e tratar Amigdalite

Saiba como prevenir e tratar Amigdalite

Imagine ter crises recorrentes de infecção de garganta, com inchaço e pus nas amígdalas? Este é o sintoma mais comum de quem sofre com amigdalite. A doença ainda provoca febre, dores de cabeça e nas articulações, mal hálito, congestionamento nasal e coriza.

Todos esses sintomas são bastante conhecidos pela estudante de gastronomia Juliana Doroteu, de 24 anos. Segundo os médicos, ela tem amígdalas grandes e esburacadas, o que aumenta o risco de infecção, fazendo com que ela adoecesse repetidas vezes.

“Comecei a ter crises de amigdalite na infância. Chegava a ter duas por mês. O tratamento seria a cirurgia para remoção das amígdalas, mas minha mãe não quis fazer. Ela também passou pelo problema e fez a cirurgia. E, como ela não tinha amígdalas, a infecção ia para a faringe. Então o tratamento adotado foi esperar a crise e tratar com antibiótico”, descreve Juliana.

Realmente em alguns casos, a indicação é de cirurgia para a retirada das amígdalas, a partir da avaliação médica. Isso ocorria com mais frequência há algumas décadas. Todavia, os tratamentos medicamentosos avançaram ao longo do tempo e hoje conseguem resolver a patologia na maioria dos pacientes.

Detalhes sobre a doença
O otorrinolaringologista José Atevaldo Júnior, do Hospital Regional do Gama, esclarece que a amigdalite é um processo inflamatório e infeccioso das amigdalas, estruturas que temos na boca. A doença pode ser viral ou bacteriana – sendo o bacteriano um estado mais comprometido e os sintomas são mais fortes.

A amigdalite pode aparecer ao longo de todo ano, mas a tendência é que os casos aumentem durante o inverno, com o clima mais frio, assim como a maioria das doenças respiratórias. A maioria dos casos são em crianças, embora possa atingir pessoas em qualquer idade.

“O tratamento é basicamente feito com anti-inflamatório, antibiótico e analgésico, se necessário. A cirurgia de retirada das amigdalas é uma decisão tomada pelo otorrinolaringologista, que estuda caso a caso. Mas, com o advento dos medicamentos e outros parâmetros de indicação de cirurgia, esse procedimento é mais raro”, alerta José Atevaldo.

Resultados do tratamento 
Depois de algum tempo, a Juliana conseguiu diminuir as duas crises mensais para duas por ano, ao menos. Assim, ela reduziu os transtornos causados pela amigdalite. “Me impossibilita de fazer qualquer coisa quando ataca. Porque o corpo fica todo dolorido e as dores no geral são muito fortes. Tenho que ficar de repouso até o antibiótico começar a fazer efeito”, conta.
Outra medida tomada pela estudante foi melhorar a qualidade de vida com alimentação adequada e atividade física regular. Além de tratamento com medicação para melhorar a imunidade. Caso parecido com o da Ângela Alves, servidora pública que buscou nos fitoterápicos a solução para as crises de amigdalite dos filhos Fernanda e Bruno, de 13 e 9 anos.

“Eles começaram com crises ainda bem pequenos e eu já busquei atendimento médico. Eles apresentavam febre e precisavam de muito repouso. Mas, não foi necessário fazer cirurgia em nenhum deles. Há quatro anos nenhum dos dois teve crise”, comemora Ângela.

Prevenção
Além do estilo de vida mais saudável, o médico José Atevaldo aconselha que as pessoas cuidem da higiene pessoal, lavando bem as mãos e cobrindo a boca com lenço ou com a dobra do braço ao tossir. Também é importante evitar contato com alguém que esteja em crise. “Sempre procure atendimento médico após o aparecimento dos sintomas e evite a automedicação para que o corpo não crie resistência ao uso”, finaliza.

Fonte: Blog da Saúde

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